O réu confesso Jonathan Pereira do Prado, 33 anos, foi indiciado pelos crimes de latrocínio, estupro e ocultação de cadáver. Wander Luís Cunha e Daniel Theodoro da Silva respondem por receptação, uma vez que teriam comprado os objetos roubados de Kelly.
Wander também é acusado de fraude processual majoritária por ter ocultado as digitais. O processo está sob segredo de Justiça.
De acordo com o advogado de acusação, Jorge de Souza Filho, a expectativa é que sejam considerados os depoimentos de oito testemunhas sendo o delegado que conduziu o inquérito, dois policiais, o namorado de Kelly, o tio e outras três testemunhas. Algumas dessas testemunhas foram ouvidas por carta precatória por morarem no estado de São Paulo, de onde a vítima também era e teria saído com destino ao Triângulo Mineiro no dia do crime.
“A sentença pode ser proferida hoje mesmo, mas depende do juiz e da condução dos trabalhos. Vamos buscar a condenação no máximo de tempo possível porque é uma forma de tranquilizar e amenizar a dor da família. Foi uma atitude muito covarde, sem chances de reação da vítima. Estamos saindo de São Paulo para buscar a justiça em Minas”, disse o defensor.
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